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A construção monumental do Real Edifício de Mafra teve início no ano de 1717 e decorreu da vontade de D. João V.

A nível arquitectónico, o sistema hidráulico pode ser compreendido atendendo ao seu duplo desenvolvimento em subsistemas: o inferior (ao nível do solo) referente à água potável, e o superior (ao nível das coberturas) referente às águas pluviais, existindo uma articulação entre estes dois subsistemas que, por sua vez, condicionam a organização do edificado.

Todo este conjunto demonstra uma elevada complexidade e cuidado, visto ser muito importante para os construtores de um edifício, por um lado, assegurarem a condução da água potável para o interior da arquitectura (de forma a garantir o bom funcionamento dos espaços e a sobrevivência de quem os habita); por outro, de afastarem a água pluvial da mesma arquitectura, assim combatendo eventuais infiltrações.

Nestas visitas pretende-se a compreensão do circuito que a água faz desde a sua captação (Tapada Real), condução através do grande conjunto patrimonial edificado (basílica, convento e palácio) e evacuação.