17 de Agosto de 2017
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Têxteis

Para “vestir” a Real Basílica de Mafra D. João V recorreu à encomenda de ornamentos e paramentos em França e em Itália (Génova e Milão).
A colecção é composta por paramentos nas cinco cores litúrgicas, ou seja  o carmesim, o branco, o preto, o roxo, e o verde.

Segundo especificação do próprio  Rei, os paramentos deveriam ser de “...seda, não adamascada nem lavrada, mas sim forte, e de muita dura [... ] bordados a seda cor de ouro a mais parecida que puder ser com o mesmo ouro."

O uso de materiais menos nobres, como a seda amarela, o chamado “ouro dos pobres”, prende-se com o facto de estes ornamentos serem destinados a um convento franciscano obrigado a um voto de pobreza.

A importância desta colecção deve-se também ao elevado número de peças que a compõem. A título de exemplo, o paramento de gorgorão todo bordado que serve do confesso, usado na procissão do Corpo de Deus, tem 25 casulas, oito dalmáticas, doze capas bordadas, setenta pluviais, para além de panos de estante, capas de missal, pano de púlpito, umbelas, etc. Para a maior parte dos conjuntos existiam ainda dosséis, estandartes, pavilhões de sacrário, etc.

Foi ainda encomendada toda a “roupa branca” de sacristia, como albas, roquetes, cotas, toalhas, corporais, sanguíneos, etc.

Quadrato PNM 358  Casula 
Quadrato, Génova, c. 1730  Casula e estola, França, c. 1730 


Almofada PNM 137  capa de asperges PNM 341 
Almofada de missal, França, c. 1730  Capa de asperges, Génova, c. 1730 


Maniquetes PNM 4158  Dálmatica PNM 156 
Maniquetes, Milão, c. 1730  Dálmatica, Milão, c. 1730 


Luvas PNM 167  Sapatos PNM 354 
Luvas, c. 1730  Sapatos, c. 1730 

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